O Arquipélago do Bazaruto visto do ar

Onde ir em Moçambique.

Melhores sítios por região — sul, centro, norte.

Moçambique é comprido e estreito: 2.500 km de costa, três regiões e uma viagem diferente em cada uma. Aqui fica o que escolher conforme o que procura — praias, ilhas, mergulho, vida selvagem, cultura, longe de tudo.

Os melhores sítios para visitar em Moçambique distribuem-se por três regiões distintas. A costa sul — Maputo, Inhambane, Tofo, Vilanculos, o Arquipélago do Bazaruto — é onde acontece quase todo o turismo internacional, e por onde a maioria dos viajantes deve começar. O centro — Beira e o Parque Nacional da Gorongosa — é a resposta para a vida selvagem. O norte — Pemba e o Arquipélago das Quirimbas — é mais selvagem e mais caro, com acesso apenas de avião e a situação em Cabo Delgado a ter em conta.

As três regiões

Um país em três partes.

Sul

A costa sul.

De Maputo a norte até Inhassoro. O Arquipélago do Bazaruto, Tofo, Inhambane, Barra, Ponta do Ouro. Logística simples, mais lodges, a maior concentração de beleza por dia. Por onde a maioria de quem vem pela primeira vez deve ir.

Centro

Beira e Gorongosa.

Menos visitado; sobretudo para viajantes com interesses específicos. Beira é a segunda cidade do país. O Parque Nacional da Gorongosa é uma das grandes histórias de conservação e reintrodução de fauna de África — leões, elefantes, palancas, mais de 400 espécies de aves — de volta da quase extinção depois da guerra civil.

Norte

Pemba e as Quirimbas.

Outro país: mais selvagem, mais caro, só de avião. O Arquipélago das Quirimbas — 31 ilhas, Reserva da Biosfera da UNESCO — tem lodges de ilha privada (Vamizi, Medjumbe, Quilálea) e a cidade colonial do Ibo. Verifique sempre a situação de segurança atual antes de reservar; o conflito ativo no extremo norte de Cabo Delgado fica a horas dos resorts, mas a situação vai mudando.

Os grandes destaques

Os melhores sítios para visitar em Moçambique.

Vilanculos e o Arquipélago do Bazaruto

Cinco ilhas rodeadas por algumas das águas mais cristalinas da costa africana. Areia branca, dunas, dugongos nos canais de ervas marinhas e um parque nacional (desde 1971) que manteve o lugar sem multidões. A cidade é a porta de entrada: aeroporto, lodges, restaurantes, a nossa base.

Mais sobre Vilanculos →

Tofo

A capital do mergulho em Moçambique. Tubarões-baleia o ano inteiro, mantas no Manta Reef, o surf mais consistente do país no point de Tofinho. Uma cidadezinha descontraída de barracas de praia que transforma visitantes de duas semanas em residentes de um ano.

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Inhambane

Um dos portos mais antigos da África Austral. Uma catedral portuguesa em funcionamento, dhows a fazer a travessia da baía, a capital da província que abrange Tofo e Barra. A cidadezinha com mais atmosfera desta costa.

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Maputo

A capital. Uma cidade africana de verdade — a visita a pé à Mafalala, a Casa de Ferro, os jardins Tunduru, o mercado da FEIMA, o Núcleo de Arte (coletivo de arte contemporânea feito a partir de armas desativadas) e a marginal da Polana. Um ou dois dias antes ou depois da costa.

Dia de cultura em Maputo →

O Arquipélago das Quirimbas

31 ilhas que se estendem por 200 km a sul do Cabo Delgado. Reserva da Biosfera da UNESCO, lodges de ilha privada e a cidade luso-suaíli do Ibo, do século XVI. Extremo norte, só de avião, caro — e incrível.

As Quirimbas em detalhe →

Praia da Barra

Uma península comprida, plana e quase totalmente por desenvolver, a 25 km de Inhambane. O vento de mar constante de outubro a março faz dela um dos melhores destinos de kitesurf do sudoeste do Oceano Índico.

Praia da Barra →

Ilha de Moçambique

A histórica Ilha de Moçambique. Uma ilha de coral de 3 km, na província nortenha de Nampula, com uma cidade de pedra portuguesa do século XVI — Património Mundial da UNESCO desde 1991. Não é uma viagem de praia; venha pela arquitetura e pela história.

Ilha de Moçambique →

Ponta do Ouro

A praia mais a sul de Moçambique, a apenas 10 km da fronteira sul-africana. Golfinhos-roazes selvagens residentes, surf o ano inteiro e uma longa praia aberta com dunas atrás. O refúgio de fim de semana preferido das famílias e mergulhadores sul-africanos.

Ponta do Ouro →

Combine o sítio com a viagem

O sítio certo depende do que procura.

Common questions

Ainda na sua cabeça.

Onde devo ir em Moçambique se for a primeira vez?
Vilanculos e o Arquipélago do Bazaruto para ilhas e água turquesa; Tofo para mergulho e tubarões-baleia; Maputo para um dia ou dois de cultura. É o clássico circuito de 10 dias pelo sul de Moçambique e é a resposta certa para a maioria de quem vem pela primeira vez. Veja o nosso itinerário de 10 dias.
Quais são os melhores sítios para visitar em Moçambique?
Os grandes destaques são Vilanculos e o Arquipélago do Bazaruto (ilhas, cultura do dhow), Tofo (mergulho, tubarões-baleia), Inhambane (cidade velha colonial), Maputo (capital, comida, arte) e o Arquipélago das Quirimbas (ilhas privadas remotas no extremo norte). Para aprofundar cada um, veja os nossos guias das melhores praias e das ilhas de Moçambique.
Devo ir para o norte ou para o sul de Moçambique?
Para a maioria dos viajantes, o sul — a costa sul, de Maputo a Vilanculos, tem a logística mais simples, mais lodges, a maior concentração de beleza por dia e uma situação de segurança estável. O norte (Pemba, Quirimbas) é mais espetacular e mais caro, com acesso apenas de avião e a situação em curso em Cabo Delgado a ter em conta. O centro (Beira, Gorongosa) é a resposta para a vida selvagem.
Vale a pena visitar Maputo?
Sim, por um dia ou dois. Maputo não é uma cidade turística polida — é uma capital africana de verdade, com ótima comida, arte contemporânea de classe mundial (Núcleo de Arte), o bairro da Mafalala que deu ao mundo Eusébio e Mia Couto, e uma longa marginal de traço colonial português. Não recomendamos mais de dois dias, a não ser que tenha interesses específicos; a costa é a razão por que veio.
É seguro visitar Moçambique?
A costa sul (Maputo, Inhambane, Tofo, Vilanculos, Bazaruto) é segura com as precauções normais. A preocupação ativa é o extremo norte (Cabo Delgado) — a milhares de quilómetros de qualquer itinerário de praia habitual. Veja o nosso guia de segurança completo.
De quanto tempo preciso para conhecer bem Moçambique?
Uma semana, no mínimo, para aproveitar bem um trecho de costa. Duas semanas permitem combinar Vilanculos e Tofo com um dia de cultura em Maputo. Três semanas abrem o sul mais Gorongosa ou as Quirimbas. Veja os nossos itinerários de 10 dias e 14 dias, e o guia de vistos e entrada para o que o seu passaporte precisa.

Última revisão:

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O itinerário certo em Moçambique depende do que realmente procura — tempo de praia, dias de mergulho, logística em família, sossego longe de tudo. Diga-nos, e indicamos-lhe o sítio certo para a semana certa.

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