Santa Carolina — Ilha do Paraíso — vista do mar, Arquipélago do Bazaruto

Arquipélago do Bazaruto · Moçambique

Santa Carolina.
Ilha do Paraíso.

Visão geral

Uma ilha. O glamour que ficou para trás.

O Passeio de Um Dia a Santa Carolina (Ilha do Paraíso) é um dia inteiro a partir de Vilanculos até à ilha mais a norte do Arquipélago do Bazaruto — Santa Carolina, a única verdadeira ilha rochosa do grupo, rodeada por três praias e por alguns dos melhores recifes de coral do Oceano Índico.

Oficialmente Ilha de Santa Carolina, também chamada Ilha do Paraíso. 59 hectares.

A razão por que a maioria vem, porém, é o antigo hotel. Nos anos 50, um empresário português, Joaquim Alves, construiu aqui um resort de 250 quartos — dez edifícios e uma capela — e ao longo dos anos 60 a Ilha do Paraíso foi um dos endereços de glamour da África Austral. Reza a lenda que Bob Dylan e Elton John por aqui ficaram; a verdade disso depende de quem perguntar. O hotel foi abandonado com a independência, em 1975. O que resta é uma casca art déco em ruínas, um terraço de primeiro andar onde ainda se pode subir e uma vista sobre o turquesa que não mudou em setenta anos.

São cerca de hora e meia em cada sentido de barco a partir de Vilankulo — parte da razão por que Santa Carolina se mantém tranquila. Partilha-se a ilha com quase ninguém. Grupos pequenos, até quinze pessoas, um capitão que conhece cada recife do caminho e um almoço completo na praia, cozinhado de fresco na areia. Quer o barco só para si? Também fazemos saídas privadas. Diga-nos e tratamos disso.

Duração
~8 horas
Grupo
Máx. 15 hóspedes
Quando
Todo o ano
Partida
Vamos buscá-lo — 8h00
Dificuldade
Fácil
Ideal para
Casais · Praticantes de snorkeling · Fotógrafos · Amantes de história

Destaques

Os melhores momentos.

  • A ilha mais a norte do Arquipélago do Bazaruto
  • Percorra as ruínas do Hotel Santa Carolina dos anos 50 — a «Ilha do Paraíso» dos anos 60
  • Snorkeling no recife a sul da ilha — sete minutos de barco e mergulha-se logo
  • Dê a volta a toda a ilha a pé em cerca de noventa minutos
  • Golfinhos, tartarugas-marinhas e a hipótese de um dugongo na travessia
  • Almoço na praia — marisco, chakalaka, fruta fresca, cozinhado na areia
  • Grupos pequenos, até 15 pessoas, ou reserve um barco só para si

Itinerário

O dia, hora a hora.

  1. 8h00

    Vamos buscá-lo

    O barco vem ter consigo ao seu hotel ou à praia mais próxima. Uma breve sessão de segurança, água fresca, e partimos.

    Lancha rápida a sair de Vilankulo rumo a Santa Carolina
  2. 9h30

    Chegada a Santa Carolina

    Cerca de hora e meia a atravessar o canal — mais ou menos 42 km a norte de Vilankulo. Fique atento à água: os bancos de ervas marinhas que cruzamos são habitat de dugongos e tartarugas, e os golfinhos costumam vir junto ao barco.

    A aproximar de Santa Carolina, Ilha do Paraíso, de lancha rápida
  3. 9h45

    O antigo hotel

    Subimos até às ruínas do Hotel Santa Carolina — dez edifícios, uma capela e o famoso terraço de primeiro andar onde os hóspedes bebiam um copo ao pôr do sol nos anos 60. Vazio desde 1975. Pode percorrê-lo, fotografá-lo e ficar no terraço com a mesma vista sobre o Bazaruto que atraiu os primeiros visitantes.

    Ruínas do Hotel Santa Carolina na Ilha do Paraíso, Moçambique
  4. 11h00

    Snorkeling no recife sul

    O recife rodeia toda a ilha, e o melhor dele fica logo a sul — a cerca de sete minutos de barco de onde desembarcamos. O capitão escolhe o local e o momento: coral pouco profundo, milhares de peixes e tartarugas-marinhas que passam com a maré. Equipamento incluído.

    Snorkeling no recife de coral em Santa Carolina, Arquipélago do Bazaruto
  5. 12h30

    Almoço na praia

    Uma bela mesa, preparada de fresco pela nossa tripulação ali mesmo na areia. Buffet de marisco, frango, arroz, chakalaka, saladas frescas e fruta tropical. Opções vegan e vegetarianas sempre disponíveis — basta avisar-nos quando reservar.

    Almoço na praia em Santa Carolina — marisco, arroz, chakalaka
  6. 13h45

    Dê a volta à ilha ou nade

    Santa Carolina é pequena o suficiente para se dar a volta a pé em cerca de noventa minutos — três praias, um interior orlado de palmeiras e vistas sobre o Bazaruto e o continente. Se preferir ficar, nade ou escolha um recanto de areia à sombra só para si.

    Praia deserta de areia branca em Santa Carolina, Ilha do Paraíso
  7. 14h30

    Regresso a Vilankulo

    Começamos a travessia de volta a meio da tarde. Olhos na água outra vez — os golfinhos costumam vir junto ao barco. Está de volta por volta das 16h00, com tempo de sobra para um duche antes do jantar.

    Barcos em Vilankulo à hora dourada

O que recebe

O que está incluído.

Incluído

  • Recolha de barco em hotéis e lodges à beira-mar
  • Lancha rápida e combustível
  • Capitão e guia local experientes
  • Equipamento de snorkeling (máscaras, barbatanas, coletes salva-vidas)
  • Almoço na praia — marisco, frango, chakalaka, arroz, fruta
  • Água e refrigerantes ao longo do dia
  • Taxas de entrada no parque marinho

Não incluído

  • Transfer até à praia se o seu hotel não for à beira-mar
  • Bebidas alcoólicas
  • Gorjetas para a tripulação
  • Seguro de viagem

O que levar

Leve pouca bagagem.

Essencial

  • Protetor solar (de preferência seguro para o recife)
  • Chapéu e óculos de sol — um com cordão de queixo não voa no barco
  • Uma toalha
  • Fato de banho
  • Dinheiro para gorjetas, se quiser

Bom ter

  • Lycra ou top fino de fato isotérmico — a água pode estar fresca
  • Saco ou bolsa à prova de água
  • Uma peça de roupa leve para o regresso
  • Máquina fotográfica subaquática
  • Uma boa máquina fotográfica — as ruínas ficam lindas em foto
  • Snacks, se tiver necessidades alimentares

Perguntas que nos fazem

Antes de reservar.

Porque se chama Ilha do Paraíso?
Era o nome do hotel — «Ilha do Paraíso» — construído aqui pelo empresário português Joaquim Alves nos anos 50. Ao longo dos anos 60 foi um dos endereços mais glamorosos da África Austral. O hotel foi abandonado com a independência de Moçambique, em 1975, mas a alcunha ficou. Os locais ainda chamam Paraíso à ilha.
Podemos entrar no antigo hotel?
Normalmente, sim — depende das condições. A estrutura está aberta, dez edifícios e uma capela, tudo vazio desde 1975, e na maioria dos dias percorremos os terrenos e subimos ao terraço de primeiro andar. Tenha cuidado onde pisa: os pisos são irregulares e décadas de intempérie fizeram o que a intempérie faz.
Quanto tempo dura a travessia?
Cerca de hora e meia em cada sentido de lancha rápida — mais ou menos 42 km a norte de Vilankulo. A distância é parte da razão por que Santa Carolina se mantém tão tranquila; na maioria dos dias é só o nosso grupo na ilha.
O snorkeling é bom?
É — a sério. O recife rodeia toda a ilha, e o melhor dele fica logo a sul — a cerca de sete minutos de barco de onde desembarcamos. Coral pouco profundo, milhares de peixes e tartarugas-marinhas que passam com a maré. Equipamento incluído.
Santa Carolina faz parte do Parque Nacional do Bazaruto?
Sim — Santa Carolina foi integrada no Parque Nacional Marinho do Bazaruto em 2001, quando os limites do parque foram alargados. O parque abrange as cinco ilhas e 143.000 hectares de oceano, e é cogerido desde 2017 pelo governo moçambicano e pela African Parks. As taxas de entrada no parque estão incluídas no preço do passeio, e os nossos capitães cumprem as regras do parque quanto a velocidade, ancoragem e distância à vida selvagem — parte de como estes recifes e as populações de dugongos e tartarugas ainda aqui estão.
Que regras do parque temos de cumprir?
Algumas coisas, todas simples. Não toque nem pise o coral. Não toque nem alimente a vida selvagem. Não recolha conchas, areia, nem mais nada da ilha ou do recife — isto inclui fragmentos do antigo hotel. Sem pesca fora das zonas designadas. Sem fogueiras na praia, exceto onde indicado. Sem drones sem autorização escrita prévia do parque (não conseguimos obtê-la no próprio dia — teria de pedir com antecedência). E, por favor, leve todo o seu lixo consigo. A nossa tripulação informa toda a gente antes de desembarcarmos, e teremos todo o gosto em responder a perguntas no barco.
Vão buscar-nos ao hotel?
Sim — o barco vem ter consigo ao seu hotel ou à praia mais próxima às 8h00. Basta dizer-nos onde está alojado quando reservar.
Podemos reservar um barco privado?
Sem dúvida. O mesmo passeio, a mesma tripulação, só o seu grupo no barco. Diga-nos e fazemos um orçamento para saída privada.
Podemos juntar Santa Carolina ao Bazaruto e Benguerra no mesmo dia?
Sim — é o nosso Passeio de Um Dia a Santa Carolina, Bazaruto & Benguerra. Santa Carolina (Ilha do Paraíso) de manhã, as dunas do Bazaruto no início da tarde, observação de dugongos no canal de ervas marinhas e Benguerra para terminar. Um dia mais longo no mar — cerca de 8,5 horas — mas, se o seu tempo em Vilanculos for curto e quiser ver todo o arquipélago de uma só vez, é este o passeio.
Podemos terminar o dia nas dunas vermelhas para o pôr do sol?
Sim — é uma das nossas formas favoritas de terminar o passeio. No regresso da ilha podemos deixá-lo nas dunas vermelhas de terra firme, a norte da vila, para subir a pé e ver o sol pôr-se sobre o mato antes de seguir para terra. Basta pedir quando reservar e incluímo-lo no dia.
É adequado para crianças? Há preço para crianças?
Sim — e sim. As crianças com menos de 10 anos pagam 50% de desconto sobre o preço de adulto ($75 neste passeio). Uma coisa a ter em conta: é um dia inteiro no mar, com cerca de três horas no total dentro do barco. As crianças confiantes lidam bem com isso. Coletes salva-vidas fornecidos, e há muito tempo de praia depois de chegarmos.
E se o tempo piorar?
Segurança primeiro — se as condições não forem as certas, não fazemos saídas inseguras. Santa Carolina é mais exposta do que as ilhas mais próximas, por isso somos especialmente cuidadosos com o vento e a ondulação. Contactamo-lo rapidamente com as próximas opções disponíveis.
Conseguem acomodar restrições alimentares?
Temos sempre opções vegan e vegetarianas disponíveis. Basta avisar-nos quando reservar.
Podemos comprar alguma coisa na ilha?
Não — Santa Carolina é desabitada. Sem lojas, quiosques ou máquinas de venda. O que quer que queira para o dia (snacks, mais protetor solar, dinheiro, um livro para a praia), traga consigo. A única coisa que não precisa de levar é água — levamos bastante, fresca e durante todo o dia.
Preciso de saber nadar bem para fazer snorkeling?
Não. O recife fica logo a sul da ilha, em água pouco funda, e os coletes salva-vidas estão incluídos — pode boiar à superfície e olhar para baixo sem ter de nadar com força. Prefere ficar em terra? Santa Carolina tem três praias e um interior que se percorre a pé, e há sempre quem dispense o snorkeling e fique na areia. Se não se sentir à vontade no mar, diga à tripulação — ficam por perto e de olho em toda a gente.
Vamos enjoar?
A maioria das pessoas fica bem — mas Santa Carolina é a mais exposta dos nossos passeios de ilha, com a travessia aberta mais longa, por isso, se o vento estiver forte, pode abanar. É precisamente por isso que vigiamos a previsão e não fazemos o passeio em condições inseguras. Se sabe que enjoa com facilidade, tome qualquer coisa antes de sairmos (as farmácias da vila têm), sente-se na zona central do barco e mantenha os olhos no horizonte. Diga à tripulação se começar a sentir-se mal — já viram de tudo e ajudam.
Como podemos pagar?
Aceitamos dinheiro, cartão, transferência bancária e dinheiro móvel. As condições de pagamento são confirmadas no seu orçamento, conforme os detalhes da sua reserva.

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